domingo, 5 de maio de 2019

Rabo-branco-de-garganta-rajada







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O rabo-branco-de-garganta-rajada é uma ave apodiforme da família trochilidae. Também chamado de rabo-branco-da-mata. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) phaethön, phaö = sol, brilho do sol; e ornis = pássaro; e do (grego) eurynome = mãe das graças; na mitologia grega, Eurynome era a mais bela mulher da Arabia, era esposa de Orchamus e mãe da igualmente bela Leucothoë. ⇒ Pássaro do Sol mãe das graças ou Eurynome - pássaro do Sol.

  Características

Mede de 15,5 a 16 cm de comprimento. Cabeça preto-amarronzada ferrugínea; faixa superciliar e infraocular ocráceas delimitando uma faixa malar negra. Partes superiores verde-amarronzadas ferrugíneas; asas pretas; cauda com retrizes centrais bastante prolongadas e brancas, retrizes laterais pretas orladas de branco nas extremidades. Partes inferiores cinza-ferrugíneas claras com peito de tonalidade mais clara; garganta estriada de preto. Bico longo, curvilíneo de cor preta, com a mandíbula amarela. Pode ser sintópico com o rabo-branco-pequeno (Phaethornis squalidus), do qual difere pelo porte muito maior, e com o rabo-branco-acanelado (Phaethornis pretrei), da qual difere pelo colorido geral da plumagem e pelo bico de mandíbula amarela e não vermelha.

  Subespécies

Possui duas subespécies:

Phaethornis eurynome eurynome (Lesson, 1832) - ocorre no Leste do Brasil, do estado da Bahia até o estado do Rio Grande do Sul; Phaethornis eurynome paraguayensis (M. Bertoni & W. Bertoni, 1901) ocorre no Leste do Paraguai e no Nordeste da Argentina na província de Misiones. Alimentação Alimenta-se principalmente de carboidratos, conseguidos através do néctar das flores, mas come também pequenos artrópodes. Durante os meses de primavera e verão, visita com pontualidade Justicias em floração no sub-bosque das matas da encosta atlântica. No Parque Nacional de Itatiaia (Rio de Janeiro) foi observado alimentando-se das inflorescências de bromélias. É freguês assíduo de gravatás-de-ninho (Neoregelia e Nidula rabo-branco-de-garganta-rajada se alimentando rabo-branco-de-garganta-rajada se alimentandorium).

  Reprodução

Os ninhos costumam ser feitos no núcleo da mata, usando qualquer vegetal como suporte. São montados não muito longe do solo e em geral próximos de recursos de água. O ninho tem forma cônica alongada, terminando em um apêndice caudal mais ou menos longo, servindo de contrapeso. É feito de material macio como paina e detritos vegetais que são acumulados em espessa camada de matéria e é freqüentemente revestido com líquen vermelho (Spiloma roseum) que com o calor da incubação libera um pigmento colorido que tinge de rosa os ovos e o ventre da fêmea. O ninho é suspenso à face interior das folhas de palmeiras, samambaias, musáceas, Helicônia, etc., em raízes finas pendentes sob barrancos sombreados. Com o peso do ninho dobra-se o folíolo ou a ponta da folha, ficando o restante da mesma protegendo o ninho. Os ovos medem 17 x 10 mm e são incubados durante 17 dias. Os filhotes deixam o ninho com 22 ou 23 dias de idade.

  Hábitos

Vive nas florestas úmidas do Brasil oriental, em particular nos estratos inferiores da Mata Atlântica e capoeiras ao redor. Parece que “trafega” por picadas e estradas abertas no interior das florestas densas onde vive, assustando observadores com sua aparição súbita, frequentemente desviando-se no último instante. Visto geralmente de forma isolada, é incomum ver mais de um indivíduo ao mesmo tempo. Enquanto paira no interior da floresta, tem o hábito de emitir solitários piados curtos a intervalos de um ou dois segundos. A fragmentação das florestas onde vive, e a criação de pequenas áreas verdes de caráter meramente figurativo põem em risco o futuro desta e de outras espécies em áreas de grande interesse em empreendimentos imobiliários, alertando sobre a falsa ideia de preservação desses “bons empreendimentos imobiliários”.

  Distribuição Geográfica

Ocorre no Brasil oriento-meridional ( do sul da Bahia e Espírito Santo ao Rio Grande do Sul )

domingo, 28 de outubro de 2018

Papa-moscas-cinzento







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Características

Mede de 13 a 15 centímetros de comprimento e pesa cerca de 12,5 gramas. No geral, este papa-moscas é completamente acinzentado, com a cabeça, manto, asas e cauda mais escuros que a garganta, peito e ventre. Geralmente apresenta na asa duas barras de coloração mais pálida, mas mal definidas e, às vezes, apresenta os loros e a garganta pálida. Seu bico é claro, seus olhos são escuros. As pernas são curtas, o que é uma característica das aves do gênero Contopus. Os imaturos são mais claros, apresentando manchas brancas nas asas e barras alares bem definidas. A cabeça e o peito apresentam pintas brancas.

  Alimentação

Segue bandos mistos e captura insetos em voos acrobáticos como seus congêneres.

  Reprodução

Nidifica durante o verão em ninhos em forma de taças pequenas, decoradas com líquens para camuflagem e presos a forquilhas de galhos horizontais entre 2 e 18 metros do solo onde a fêmea coloca de dois a três ovos brancos manchas ou pintas castanhas ou vináceas. A fêmea é responsável pela incubação dos ovos e o macho aparentemente trata de sua companheira, levando-lhe comida.

  Hábitos

Vive nas copas de matas altas e de matas secundárias. Empoleira-se em galhos secos, sozinho, aos pares ou em grupos pequenos. Costuma permanecer imóvel por longos períodos, empoleirado com o dorso arrepiado e a plumagem estufada.

  Distribuição Geográfica

Brasil centro-oriental, além do Amapá e ilha de Marajó, Bolívia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru, Bolívia, Argentina e Paraguai. Ocorrências registradas no WikiAves

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Fim-fim


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Mede 9,5 centímetros de comprimento e pesa cerca de 8 gramas (macho). É uma das espécies mais conhecidas do gênero Euphonia. Além do colorido do macho, outra característica marcante nessa ave é o canto assobiado, usado para contato entre o grupo e origem dos nomes comuns. Sua voz pode ser facilmente reconhecida: “di-di”, “vi-vi”, “vem-vem” ou “fi-fi” (chamada de ambos os sexos). O canto é fraco, chilreado rápido podendo lembrar o de um pintassilgo. Também imitam outras aves. Macho e fêmea chamam-se nas andanças pela mata. À distância, pode ser confundido com um dos chamados do risadinha, quando faz fi-fi. A fêmea é verde-olivácea, de fronte amarelada e ventre esbranquiçado. É interessante notar que a fêmea possui um canto elaborado também, além do “fi-fi”.

  Alimentação

Frugívoro. Geralmente pousa ao lado de um cacho de frutos e os ingere um após o outro. As sementes ingeridas passam intactas pelo tubo digestivo e quando eliminadas junto com as fezes, muitas vezes aderem a um tronco de árvore ou caem no solo onde germinam. Desta forma, esta e outras espécies de Euphonia são consideradas excelentes dispersoras de sementes. Apreciam muito as frutinhas das ervas-de-passarinho, plantas das famílias lorantáceas e viscaceae, neste último caso ingerem a polpa dos frutos e a semente, deixando cair a casca. Em geral, as sementes são defecadas na forma de um “colar de contas” nos galhos, mas algumas vezes podem cair no solo, onde não se desenvolvem. Existe uma particularidade anatômica que muito singulariza esta ave, que é a não existência de moela, sendo, o próprio papo bastante atrofiado. Tal simplicidade do aparelho digestivo revela claramente o regime frugívoro levado ao extremo.

  Reprodução

Atingem a maturidade sexual com cerca de 12 meses. Cada ninhada geralmente tem entre 2 e 5 ovos, tendo de 2 a 3 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 15 dias. No período reprodutivo o macho costuma ficar cantando nas horas mais quentes do dia, pousado sob a copa. Nessas cantorias, usa um canto próprio, elaborado, às vezes mesclado com imitações.

  Hábitos

Habita a mata baixa e rala, o cerrado, a caatinga, cocais e matas serranas (região sudeste). Visita as áreas de vegetação mais densa na procura de insetos e frutos, sempre na parte alta da árvore ou arbustos maiores. Costuma movimentar-se no meio da folhagem das copas, não se aproximando do chão na parte interna da ramagem.

  Distribuição Geográfica

Ocorre em todas as regiões do Brasil.

sábado, 30 de junho de 2018

Garibaldi









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O garibaldi é uma ave passeriforme da família Icteridae, anteriormente classificado como Agelaius ruficapillus na família Emberizidae. Também conhecido por dó-ré-mi, pássaro-do-arroz, papa-arroz (Natal/Rio Grande do Norte), chupim-do-nabo, chapéu-de-couro (São Paulo), casaca (Piauí), corda-negra (Pernambuco, agreste e sertão da Paraíba), rinchão, godelo e melro baiano (Minas Gerais). É uma ave caçada e cobiçada por gaioleiros. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) Khrusus, Khrusõma = ouro forjado; feito de ouro (latim) rufus = vermelho; capillus= coroado; cabelo da cabeça. (dourado com coroa vermelha). Obs: o garibaldi jovem macho tem as penas cor de bronze e apresenta a coroa castanha.

  Características

Mede entre 17,5 e 18,5 centímetros de comprimento e pesa entre 32,2 e 41,3 gramas. (Fraga, 2016). Cores: O macho apresenta plumagem negra, tendo a coroa, a garganta e o peito em vermelho fosco (pardo). Dependendo da iluminação e a distância em que o pássaro se encontrar, as partes vermelhas não são visíveis e a ave parece totalmente negra, chegando a ser confundida com o tiê-preto, a graúna e o vira-bosta. A fêmea apresenta plumagem pardo-olivácea, com barriga e lado superior estriados de negro e pardacento-claro;, sendo difícil de ser identificada, salvo quando está próxima ao macho. Canto: Seu canto é agradável e melodioso. É um dos sons mais típicos dos brejos e banhados brasileiros; consiste em assobios que lembram o da graúna, seguidos de um trinado muito intenso, característico da espécie. Flavismo é a ausência parcial da melanina (nesse caso ainda pode ser observado um pouco da cor original da ave), porém presença de pigmentos carotenoides. A ave flavística ou canela se apresenta com a coloração diluída, devido à perda parcial de melanina, tanto da eumelanina (pigmento negro) quanto da feomelanina (pigmento castanho).

  Alimentação

Alimenta-se basicamente de frutas, sementes, grãos e pequenos artrópodes (besouros, aranhas, grilos, gafanhotos, lagartas e larvas). Aprecia arroz com casca.

  Reprodução

Seu ninho, em forma de tigela, é geralmente construído entre as folhas de taboas. Os ovos, cerca de três, são levemente azulados com pequenas manchas escuras.

  Hábitos

Vive nas paisagens úmidas, banhados e brejos, em bandos numerosos. No contexto urbano, não vê problema em dividir as árvores, onde se alimentam e descansam, com outras espécies (pardais, cardeais e outras). É ave fortemente associada à água. Pode se tornar praga agrícola, especialmente em lavouras de arroz alagado.

  Distribuição Geográfica

Ocorre nos estados do Amapá, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins, Distrito Federal e todos os estados do Nordeste.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Beija-flor-rubi





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O beija-flor-rubi é uma ave apodiforme da família Trochilidae. Também conhecido como papo-de-fogo. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) hēlios = sol; e de doxa = glória, magnificente; e do (latim) ruber = vermelho; e cauda = cauda. ⇒ Glória do Sol (com a) cauda vermelha ou (ave) gloriosa (com a) cauda vermelha..

  Características

Mede entre 10,8 e 11,3 centímetros de comprimento. O macho da espécie pesa entre 7 e 9,2 gramas e a fêmea pesa entre 5,9 e 7,1 gramas. (Schuchmann, 2016). Apresenta acentuado dimorfismo sexual. O macho é predominantemente verde, com a cauda avermelhada que lhe dá o epíteto específico de rubricauda, e se destaca pela coloração rubi do papo e o verde cintilante da fronte e peito. No sombreado da mata, quando em repouso, aparenta uma coloração negra destacando as manchas brancas pós-oculares. A fêmea tem coloração canela na parte de baixo do corpo, cabeça e dorso verdes, e também apresenta as manchas brancas por trás dos olhos.

  Alimentação

Alimenta-se do néctar produzido por flores. Esta espécie é muitas vezes é encontrada junto a aglomerações de brinco-de-princesa (Fuchsia sp) nas regiões serranas. Devido ao hábito de se alimentar do néctar secretado por flores de várias espécies de plantas, os beija-flores ocupam um lugar importante nas comunidades das quais fazem parte, agindo como polinizadores. Além do néctar das plantas, os beija-flores consomem insetos, que são capturados em pleno voo.

  Reprodução

O macho na época de acasalamento realiza semi-círculos em volta da fêmea abrindo e fechando as asas, causando contraste com as penas claras da cauda, ao mesmo tempo em que exibe a cor rubi brilhante da garganta. O ninho tem formato de tigela e é feito de fiapos de material macio (xaxim) e externamente enfeitado com pedaços de líquens grudados com teia de aranha. Geralmente é colocado num ramo horizontal ou forquilha de galhos. Como a maior parte das espécies de beija-flor, a fêmea põe 2 ovos brancos e é responsável pela nidificação e alimentação dos filhotes.

  Hábitos

Territorialista, não permite que outros pássaros (exceto o parceiro) e até insetos polinizadores se aproximem das suas fontes de alimentação, geralmente uma ou mais flores. Habita o interior da mata, jardins arborizados e bananais. Vocaliza o tempo todo, desde o amanhecer do dia até o pôr do sol. Permite a aproximação até 30 cm e fica agressivo com a aproximação da câmera fotográfica, situação em que exibe a cor avermelhada (rubi) embaixo do pescoço e o verde-cintilante na testa, como mostra uma das fotos da galeria. Para exibir esta cor avermelhada ele arrepia as penas do pescoço e a tonalidade varia conforme o ângulo, já que se trata de um fenômeno de interferência luminosa devido à microestrutura ordenada do material (na constituição da estrutura das penas, no caso do beija-flor) conhecido como iridescência. É o mesmo fenômeno que ocorre para produzir o colorido das asas das borboletas azuis do gênero Morpho sp., dentre outros. Na física, este fenômeno óptico é conhecido como difração e é largamente utilizado na tecnologia.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Gavião-pernilongo






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O gavião-pernilongo é uma ave accipitriforme da família Accipitridae. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) geranos = grua; e spizias = falcão, gavião; e do (latim) caerulea = azulado. - Gavião cinza-azulado.

  Características

Mede entre 43 e 50 centímetros de comprimento com envergadura entre 75 e 111 centímetros. Seu peso varia entre 235 e 353 gramas, sendo que o macho é menor que a fêmea e tem cerca de 77% do tamanho desta. Apresenta grande variação de coloração cinza da plumagem de acordo com a subespécie analisada, existindo exemplares com a coloração variando desde cinza escuro até cinza claro. Entretanto a coloração geral mais comum é cinza, sendo que o peito apresenta fino barrado. O ventre é mais claro que o peito e o crisso pode ser cinza claro, branco amarelado ou ainda castanho. A cauda é preta, com duas largas faixas brancas, sendo a faixa basal a mais larga entre as duas. As pernas longas apresentam intensa coloração vermelho alaranjado que são características da espécie. A cabeça e o bico são relativamente pequenos e esguios. Os olhos apresentam, em geral, coloração clara, entretanto a subespécie caerulescens apresenta os olhos escuros. É uma rapineira de aspecto esguio, lembra os Polyboroides e Melierax da África, aos quais se assemelha na morfologia, cores e comportamento alimentar, por convergência adaptativa.

 ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

  Alimentação

Vasculha cavidades em ocos de árvores e palmeiras ou entre folhas de bromélias, graças à grande mobilidade da articulação intertarsal e de seus dedos curtos e tarso longo. Captura morcegos em seus dormitórios diurnos, além de lagartos, lagartixas, calangos, iguanas, cobras, sapos, pererecas, cuícas e outros mamíferos que ficam em ocos de árvores. Captura também outras aves, sendo afugentado sempre que aparece no território de Bem-te-vis, também entram em sua dieta: cigarras, besouros, anfíbios e répteis em bromélias. Segue os incêndios, solitário ou aos pares, capturando presas assustadas no solo. Segue bandos de macacos-prego, gênero Cebus, que tem o hábito de desfolhar bromélias para comerem a base tenra esbranquiçada das folhas, desalojando assim cobras arborícolas e anfíbios, que se tornam presas fáceis. gavião-pernilongo se alimentandoIndicar foto favorita... gavião-pernilongo se alimentando

Reprodução

Em árvores altas, constrói ninho denso de gravetos e ramos finos, no formato de taça, localizado em galhos terminais, às vezes oculto entre epífitas. Põe cerca de dois ovos, com um período de incubação de 35 dias, em média. Casal de gavião-pernilongoIndicar foto favorita... Casal de gavião-pernilongoNinho de gavião-pernilongoIndicar foto favorita... Ninho de gavião-pernilongoFilhote de gavião-pernilongoIndicar foto favorita... Filhote de gavião-pernilongo

  Hábitos

Pode ocorrer em qualquer tipo de habitat, como florestas úmidas e estacionais, cerrado denso e cerradão, caatingas, fragmentos de mata em regeneração, às vezes em talhões de eucalipto mesclados com vegetação nativa ou áreas úmidas como brejos, buritizais e mangues. Tem o hábito de coçar a garganta e a face com as garras e arrumar a cauda com o bico. Bando de gavião-pernilongoIndicar foto favorita... Bando de gavião-pernilongo Distribuição Geográfica Ocorre desde o México até a Argentina e Uruguai, incluindo todo o Brasil.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Grimpeirinho








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 Pode ser confundido com o grimpeiro (Leptasthenura setaria) com o qual pode ser sintópico em matas de araucária, embora ocorra também em matas subtropicais entre 500 e 1100 m de altitude. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) leptos = fino; e de asthenes = fraco, ralo, quebradiço; e de oura = rabo, cauda (referência à prolongada aguçada e separada plumagem da cauda desta ave); e do (latim) striolata, striolatus, stria = finamente listrado, sulco, lista, estria. ⇒ (Ave) finamente listrada e cauda fina e fraca.

  Características

Aproximadamente 16,0 cm ( Sigrist e Grantsau), e 10,5g. Topete menos pronunciado quando comparado ao Grimpeiro; com todas as partes superiores de coloração pardo-sujas com estrias esbranquiçadas. Voz: nitidamente mais fraca ( mais aguda) e de estrofes mais curtas que as de Leptasthenura setaria, transcrição: “Psi, Psi-psi”, “gs-gs-gs-gs”.

Alimentação

 Essencialmente insetos e outros artrópodos.

  Reprodução

Nidifica em ocos de pau, quer escavados pelo próprio pássaro ( em madeira mole) quer em buracos de pica-paus, ou em cavidades naturais.

  Hábitos 

Não está muito ligado à presença de Araucária, ou está menos que Leptasthenura setaria; é encontrado em matas de Podocarpus ou em árvores baixas outras que coníferas.

Distribuição Geográfica

 Endêmico dos estados do sul do Brasil. Ocorrências registradas no WikiAves