quarta-feira, 18 de março de 2020

Colhereiro










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Colhereiro

 O colhereiro é uma ave pelecaniforme da família Threskiornithidae. Também conhecido como ajajá e colhereiro-americano. Nome Científico Seu nome científico significa: do (latim) platalea = bico em forma de colher (origem do grego platea = largo); e do (tupi) ayayá ou ajajá Colhereiro rosado ⇒ Ave rosada com bico em forma de colher ou colhereiro rosado.

  Características

O colhereiro mede entre 68,5 e 86,5 centímetros de comprimento e pesa entre 1150 e 1400 gramas. A coloração geral da plumagem é rosada, sendo que as asas e parte inferior das costas são fortemente rosadas com algumas penas avermelhadas. Pescoço, peito e parte superior das costas são rosadas mas com uma tonalidade mais clara, quase branca. As pernas são vermelhas com os dedos ligeiramente mais escuras. Os dedos são semipalmados. O bico cinza possui a forma de uma colher, medindo cerca de 20 centímetros. Sua extremidade é plana e arredondada. Os adultos têm cabeça cinzenta e nua. Não há distinção entre a plumagem do macho e da fêmea. Os juvenis apresentam a plumagem da cabeça branca e o resto do corpo com penas na cor rosa mais claro que no indivíduo adulto.

  Alimentação

Peneira a água, sacudindo e mergulhando o bico à procura de alimento, dentre eles peixes, pequenos anfíbios, insetos, camarões, moluscos e crustáceos. A presença de algumas substâncias nestes itens alimentares, chamadas carotenóides, dão uma coloração rosada ao colhereiro, que se torna mais intensa na época reprodutiva.

  Reprodução

Têm uma parada nupcial elaborada, que inclui batimentos de bico e ofertas mútuas de galhinhos. Ele nidifica em colônias e constrói o ninho com gravetos e talos secos de gramíneas em árvores. As colônias costumam ser mistas, englobando outras espécies de aves, como biguás e garças. A fêmea geralmente realiza a postura de 2 a 3 ovos que são incubados por cerca de 22 dias. Após 6 semanas o juvenil começa a voar e aos 3 anos de idade atinge a maturidade sexual e apresenta a plumagem adulta. Chega a viver entre 10 e 15 anos.

  Hábitos

Habita ambientes aquáticos, como praias lamacentas e manguezais, e realiza migrações sazonais. O colhereiro, também conhecido por ajajá, é um animal gregário, ou seja, que vive em bandos.

  Distribuição Geográfica

Com ocorrência na região neotropical, distribuindo-se do sul dos EUA à Argentina, ocorrendo também em áreas do Equador e Peru.

domingo, 8 de setembro de 2019

Tietinga









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A tietinga é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Conhecida também como pega (Pernambuco), pipira-cancã (Parnarama, Maranhão) , pintassilgo-do-mato-virgem, pipira (Mato Grosso), probexim, sabiá-tinga e sanhaço-tinga (São Paulo). Pintassilgão (Belo Horizonte) Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) kissa = pêga; e -öpis = com a face de; e de leveriana, leverianus = homenagem ao naturalista inglês fundador do Museu Leverian, Sir Ashton Lever (1729-1788). ⇒ (Ave) com face de pêga de Lever.

  Características

Mede cerca de 29 centímetros de comprimento e pesa 76 gramas (macho) e 67,5 gramas (fêmea). 

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

 Cissopis leverianus leverianus (Gmelin, 1788) - ocorre no leste da Colômbia até o sudeste da Venezuela, Guianas, norte da Bolívia, e na Amazônia brasileira. Esta subespécie apresenta o dorso branco e a porção escura no peito é mais estreita que na subespécie major. Cissopis leverianus major (Cabanis, 1851) - ocorre do Paraguai até o sudeste do Brasil e na região adjacente do nordeste da Argentina na província de Misiones. Esta subespécie apresenta o dorso e peito com a coloração escura. (Piacentini et al. 2015; Gill & Wright, 2017; Clements checklist, 2016).

  Alimentação

Alimenta-se basicamente de frutos e alguns insetos, aprecia especialmente bananas e goiabas.

  Reprodução

Tem em média 2 ninhadas por estação com 3 ovos cada uma.

  Hábitos

É comum em bordas de florestas, capoeiras arbustivas com árvores esparsas e florestas de galeria, no estrato médio ou na copa. Vive aos pares ou em pequenos bandos bastante barulhentos, pousando com frequência no alto de árvores em áreas abertas. Raramente junta-se a bandos mistos.

  Distribuição Geográfica

Presente na Amazônia brasileira principalmente ao sul do rio Amazonas, desde o extremo oeste até o Maranhão e o Piauí, e de Pernambuco ao Rio Grande do Sul. Encontrado também no Paraguai, Argentina e nos demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

domingo, 25 de agosto de 2019

Matracão









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O matracão é uma ave passeriforme da família Thamnophilidae. Também conhecido como borralhara e matraca. Nome Científico Seu nome cientifico significa: do (tupi) batara, Mbaratá = nome indígena tupi para identificar vários pássaros pequenos; nome tupi para identificar os formigueiros; e do (latim) cinerea, cinereus, cinis, cineris = cor de cinzas, cinza.⇒ Formigueiro cor de cinzas.

  Características

Maior representante da família thamnophilidae, mede 34 cm de comprimento. Ave de cauda longa, os machos têm topete negro e dorso listrado de branco e as fêmeas dorso pardo com listras negras. É inconfundível em campo pelo porte e pelo padrão característico da plumagem.

  Alimentação

Captura pequenos vertebrados como anuros, roedores, filhotes de aves, lagartos, cobras, grandes artrópodes e caracóis terrestres (Sick, 1997; Just & Mello, 2015). Muito raramente segue bandos mistos.

  Reprodução

Seu ninho é construído a uma altura entre 1 a 3 m do solo em uma forquilha em meio à vegetação, com formato típico ao padrão comum da família.

  Hábitos

Essa espécie vive à pouca altura nos emaranhados densos das soqueiras de bambu e é encontrada mais frequentemente em encostas íngremes tomadas por samambaias em solos ácidos. Vive aos casais, deslocando-se próximo ao solo como um esquilo, sendo difícil de observar, traindo-se pela voz (forte matraquear).

Distribuição Geográfica

Encontra-se dividido em três subespécies de distribuição disjunta: a forma nominal ocorre desde o sudeste do Brasil, do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, até Misiones, na Argentina. A subespécie argentina ocorre desde o leste da Bolívia até o oeste do Paraguai e nordeste da Argentina e; a subespécie excubitor, desde o leste dos Andes até a Bolívia central.

domingo, 5 de maio de 2019

Rabo-branco-de-garganta-rajada







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O rabo-branco-de-garganta-rajada é uma ave apodiforme da família trochilidae. Também chamado de rabo-branco-da-mata. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) phaethön, phaö = sol, brilho do sol; e ornis = pássaro; e do (grego) eurynome = mãe das graças; na mitologia grega, Eurynome era a mais bela mulher da Arabia, era esposa de Orchamus e mãe da igualmente bela Leucothoë. ⇒ Pássaro do Sol mãe das graças ou Eurynome - pássaro do Sol.

  Características

Mede de 15,5 a 16 cm de comprimento. Cabeça preto-amarronzada ferrugínea; faixa superciliar e infraocular ocráceas delimitando uma faixa malar negra. Partes superiores verde-amarronzadas ferrugíneas; asas pretas; cauda com retrizes centrais bastante prolongadas e brancas, retrizes laterais pretas orladas de branco nas extremidades. Partes inferiores cinza-ferrugíneas claras com peito de tonalidade mais clara; garganta estriada de preto. Bico longo, curvilíneo de cor preta, com a mandíbula amarela. Pode ser sintópico com o rabo-branco-pequeno (Phaethornis squalidus), do qual difere pelo porte muito maior, e com o rabo-branco-acanelado (Phaethornis pretrei), da qual difere pelo colorido geral da plumagem e pelo bico de mandíbula amarela e não vermelha.

  Subespécies

Possui duas subespécies:

Phaethornis eurynome eurynome (Lesson, 1832) - ocorre no Leste do Brasil, do estado da Bahia até o estado do Rio Grande do Sul; Phaethornis eurynome paraguayensis (M. Bertoni & W. Bertoni, 1901) ocorre no Leste do Paraguai e no Nordeste da Argentina na província de Misiones. Alimentação Alimenta-se principalmente de carboidratos, conseguidos através do néctar das flores, mas come também pequenos artrópodes. Durante os meses de primavera e verão, visita com pontualidade Justicias em floração no sub-bosque das matas da encosta atlântica. No Parque Nacional de Itatiaia (Rio de Janeiro) foi observado alimentando-se das inflorescências de bromélias. É freguês assíduo de gravatás-de-ninho (Neoregelia e Nidula rabo-branco-de-garganta-rajada se alimentando rabo-branco-de-garganta-rajada se alimentandorium).

  Reprodução

Os ninhos costumam ser feitos no núcleo da mata, usando qualquer vegetal como suporte. São montados não muito longe do solo e em geral próximos de recursos de água. O ninho tem forma cônica alongada, terminando em um apêndice caudal mais ou menos longo, servindo de contrapeso. É feito de material macio como paina e detritos vegetais que são acumulados em espessa camada de matéria e é freqüentemente revestido com líquen vermelho (Spiloma roseum) que com o calor da incubação libera um pigmento colorido que tinge de rosa os ovos e o ventre da fêmea. O ninho é suspenso à face interior das folhas de palmeiras, samambaias, musáceas, Helicônia, etc., em raízes finas pendentes sob barrancos sombreados. Com o peso do ninho dobra-se o folíolo ou a ponta da folha, ficando o restante da mesma protegendo o ninho. Os ovos medem 17 x 10 mm e são incubados durante 17 dias. Os filhotes deixam o ninho com 22 ou 23 dias de idade.

  Hábitos

Vive nas florestas úmidas do Brasil oriental, em particular nos estratos inferiores da Mata Atlântica e capoeiras ao redor. Parece que “trafega” por picadas e estradas abertas no interior das florestas densas onde vive, assustando observadores com sua aparição súbita, frequentemente desviando-se no último instante. Visto geralmente de forma isolada, é incomum ver mais de um indivíduo ao mesmo tempo. Enquanto paira no interior da floresta, tem o hábito de emitir solitários piados curtos a intervalos de um ou dois segundos. A fragmentação das florestas onde vive, e a criação de pequenas áreas verdes de caráter meramente figurativo põem em risco o futuro desta e de outras espécies em áreas de grande interesse em empreendimentos imobiliários, alertando sobre a falsa ideia de preservação desses “bons empreendimentos imobiliários”.

  Distribuição Geográfica

Ocorre no Brasil oriento-meridional ( do sul da Bahia e Espírito Santo ao Rio Grande do Sul )

domingo, 28 de outubro de 2018

Papa-moscas-cinzento







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Características

Mede de 13 a 15 centímetros de comprimento e pesa cerca de 12,5 gramas. No geral, este papa-moscas é completamente acinzentado, com a cabeça, manto, asas e cauda mais escuros que a garganta, peito e ventre. Geralmente apresenta na asa duas barras de coloração mais pálida, mas mal definidas e, às vezes, apresenta os loros e a garganta pálida. Seu bico é claro, seus olhos são escuros. As pernas são curtas, o que é uma característica das aves do gênero Contopus. Os imaturos são mais claros, apresentando manchas brancas nas asas e barras alares bem definidas. A cabeça e o peito apresentam pintas brancas.

  Alimentação

Segue bandos mistos e captura insetos em voos acrobáticos como seus congêneres.

  Reprodução

Nidifica durante o verão em ninhos em forma de taças pequenas, decoradas com líquens para camuflagem e presos a forquilhas de galhos horizontais entre 2 e 18 metros do solo onde a fêmea coloca de dois a três ovos brancos manchas ou pintas castanhas ou vináceas. A fêmea é responsável pela incubação dos ovos e o macho aparentemente trata de sua companheira, levando-lhe comida.

  Hábitos

Vive nas copas de matas altas e de matas secundárias. Empoleira-se em galhos secos, sozinho, aos pares ou em grupos pequenos. Costuma permanecer imóvel por longos períodos, empoleirado com o dorso arrepiado e a plumagem estufada.

  Distribuição Geográfica

Brasil centro-oriental, além do Amapá e ilha de Marajó, Bolívia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru, Bolívia, Argentina e Paraguai. Ocorrências registradas no WikiAves

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Fim-fim


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Mede 9,5 centímetros de comprimento e pesa cerca de 8 gramas (macho). É uma das espécies mais conhecidas do gênero Euphonia. Além do colorido do macho, outra característica marcante nessa ave é o canto assobiado, usado para contato entre o grupo e origem dos nomes comuns. Sua voz pode ser facilmente reconhecida: “di-di”, “vi-vi”, “vem-vem” ou “fi-fi” (chamada de ambos os sexos). O canto é fraco, chilreado rápido podendo lembrar o de um pintassilgo. Também imitam outras aves. Macho e fêmea chamam-se nas andanças pela mata. À distância, pode ser confundido com um dos chamados do risadinha, quando faz fi-fi. A fêmea é verde-olivácea, de fronte amarelada e ventre esbranquiçado. É interessante notar que a fêmea possui um canto elaborado também, além do “fi-fi”.

  Alimentação

Frugívoro. Geralmente pousa ao lado de um cacho de frutos e os ingere um após o outro. As sementes ingeridas passam intactas pelo tubo digestivo e quando eliminadas junto com as fezes, muitas vezes aderem a um tronco de árvore ou caem no solo onde germinam. Desta forma, esta e outras espécies de Euphonia são consideradas excelentes dispersoras de sementes. Apreciam muito as frutinhas das ervas-de-passarinho, plantas das famílias lorantáceas e viscaceae, neste último caso ingerem a polpa dos frutos e a semente, deixando cair a casca. Em geral, as sementes são defecadas na forma de um “colar de contas” nos galhos, mas algumas vezes podem cair no solo, onde não se desenvolvem. Existe uma particularidade anatômica que muito singulariza esta ave, que é a não existência de moela, sendo, o próprio papo bastante atrofiado. Tal simplicidade do aparelho digestivo revela claramente o regime frugívoro levado ao extremo.

  Reprodução

Atingem a maturidade sexual com cerca de 12 meses. Cada ninhada geralmente tem entre 2 e 5 ovos, tendo de 2 a 3 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 15 dias. No período reprodutivo o macho costuma ficar cantando nas horas mais quentes do dia, pousado sob a copa. Nessas cantorias, usa um canto próprio, elaborado, às vezes mesclado com imitações.

  Hábitos

Habita a mata baixa e rala, o cerrado, a caatinga, cocais e matas serranas (região sudeste). Visita as áreas de vegetação mais densa na procura de insetos e frutos, sempre na parte alta da árvore ou arbustos maiores. Costuma movimentar-se no meio da folhagem das copas, não se aproximando do chão na parte interna da ramagem.

  Distribuição Geográfica

Ocorre em todas as regiões do Brasil.

sábado, 30 de junho de 2018

Garibaldi









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O garibaldi é uma ave passeriforme da família Icteridae, anteriormente classificado como Agelaius ruficapillus na família Emberizidae. Também conhecido por dó-ré-mi, pássaro-do-arroz, papa-arroz (Natal/Rio Grande do Norte), chupim-do-nabo, chapéu-de-couro (São Paulo), casaca (Piauí), corda-negra (Pernambuco, agreste e sertão da Paraíba), rinchão, godelo e melro baiano (Minas Gerais). É uma ave caçada e cobiçada por gaioleiros. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) Khrusus, Khrusõma = ouro forjado; feito de ouro (latim) rufus = vermelho; capillus= coroado; cabelo da cabeça. (dourado com coroa vermelha). Obs: o garibaldi jovem macho tem as penas cor de bronze e apresenta a coroa castanha.

  Características

Mede entre 17,5 e 18,5 centímetros de comprimento e pesa entre 32,2 e 41,3 gramas. (Fraga, 2016). Cores: O macho apresenta plumagem negra, tendo a coroa, a garganta e o peito em vermelho fosco (pardo). Dependendo da iluminação e a distância em que o pássaro se encontrar, as partes vermelhas não são visíveis e a ave parece totalmente negra, chegando a ser confundida com o tiê-preto, a graúna e o vira-bosta. A fêmea apresenta plumagem pardo-olivácea, com barriga e lado superior estriados de negro e pardacento-claro;, sendo difícil de ser identificada, salvo quando está próxima ao macho. Canto: Seu canto é agradável e melodioso. É um dos sons mais típicos dos brejos e banhados brasileiros; consiste em assobios que lembram o da graúna, seguidos de um trinado muito intenso, característico da espécie. Flavismo é a ausência parcial da melanina (nesse caso ainda pode ser observado um pouco da cor original da ave), porém presença de pigmentos carotenoides. A ave flavística ou canela se apresenta com a coloração diluída, devido à perda parcial de melanina, tanto da eumelanina (pigmento negro) quanto da feomelanina (pigmento castanho).

  Alimentação

Alimenta-se basicamente de frutas, sementes, grãos e pequenos artrópodes (besouros, aranhas, grilos, gafanhotos, lagartas e larvas). Aprecia arroz com casca.

  Reprodução

Seu ninho, em forma de tigela, é geralmente construído entre as folhas de taboas. Os ovos, cerca de três, são levemente azulados com pequenas manchas escuras.

  Hábitos

Vive nas paisagens úmidas, banhados e brejos, em bandos numerosos. No contexto urbano, não vê problema em dividir as árvores, onde se alimentam e descansam, com outras espécies (pardais, cardeais e outras). É ave fortemente associada à água. Pode se tornar praga agrícola, especialmente em lavouras de arroz alagado.

  Distribuição Geográfica

Ocorre nos estados do Amapá, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins, Distrito Federal e todos os estados do Nordeste.